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Quando a Semana Luiz de Queiroz chegar... (Vavá; F66)

05/10/2022 - Por evaristo marzabal neves
Atenção: Os textos e artigos reproduzidos nesta seção são de responsabilidade dos autores. O conteúdo publicado não reflete, necessariamente, a opinião da ADEALQ.

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...Eu quero estar junto a ti (venerada escola-mãe)...Por que é primavera (adorada Esalq)... Te amo, é primavera... Trago este meu corpo e alma pra te dar...E assim, vai cantarolando as turmas que retornam a escola materna para comemorarem seus quinquênios, adaptando a letra de "Quando o inverno chegar", do saudoso Tim Maia. E grita bem forte: O(A) bom (boa) filho(a) a Esalq torna, já que o melhor dela não sai de minha vida e, desta forma à casa materna vou voltar a cada Semana Luiz de Queiroz. E, nostálgico(a) e ansioso(a), não vê a hora de chegar esta semana.

E feliz da vida, entoa: O parque da Esalq continua lindo...O parque da Esalq continua sendo (a coisa mais extasiante e saudosa)...O parque da Esalq o ano todo (e não apenas fevereiro e março)...Alô, alô parque lindo ...Aquele abraço (carinhoso)...Alô, alô torcida do A Encarnado...Aquele abraço...Um lembrete: Escuta, nada de chorar neste momento...Aproveite para "matar a saudade". Um parêntese: Caro(a) ex-aluno(a) e por falar em saudade do parque da Esalq onde anda você que eu quero te ver e sentir. Para começar, por favor, tome ciência que no Dia da Árvore (21/09/2022) foi lançado o Projeto Arboreto Luiz de Queiroz com a chamada geral: "Chegou a hora de retribuir os bons momentos que você viveu e continuará vivendo por aqui. O Projeto Arboreto Luiz de Queiroz é uma iniciativa que visa tornar o Campus da Esalq/USP e do Cena/USP, em Piracicaba(SP), um jardim botânico de árvores brasileiras, resgatando o projeto original de 1905 (do paisagista belga Arsênio Puttemans) e promovendo melhorias, atualizações e enriquecimento das árvores mantidas numa extensa área de mais de 200 hectares". " Caro(a) ex-aluno(a): "Seja um parceiro desta iniciativa. Sua retribuição será muito apreciada, fazendo sua doação diretamente no site: www.fealq.org.br/arboretoluizdequeiroz. O projeto é uma realização da Esalq/USP, contando com a parceria institucional da Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz/Fealq e apoio de nossa Adealq. A muda plantada é de uma árvore nativa Jaracatiá. Nesta direção, agora e já, faça sua contribuição para que o Parque da Esalq continue lindo...O Parque da Esalq continua sendo... um respeito à natureza, paisagem e visual que faz bem a saúde física e mental.

Lançamos agora uma sugestão de roteiro para, em algum momento, venha a "matar a saudade" dos "Velhos tempos...Belos dias", canção nostálgica do tempo que passou: "Hoje meus dias...São doces recordações...Daquelas tarde na Esalq...Sonhos e emoções...O que foi felicidade...Me mata agora de saudade...Velhos tempos... Belos dias..., e mais adiante: Eu me lembro com saudade...O tempo que passei na Esalq...O tempo passa tão depressa...Que em mim deixou...Jovens tarde na Esalq...Tantas alegrias...Velhos tempos... Belos dias. Vamos lá, sem lágrimas nostálgicas.

Sugestão de roteiro da saudade: Chegando ao Campus é recepcionado por árvores do lado direito e pelo A Encarnado do outro (vale a pena uma parada para uma foto diante de um símbolo doado pela AAALQ e ADEALQ). Adentrando pela Alameda Principal, do lado direito, árvores; do esquerdo, antigas residências de professores catedráticos, hoje ocupadas pelo Centro de Tecnologia da Informação Luiz de Queiroz/CeTI-LQ (antigo Centro de Informática da Agricultura/CIAGRI). Entre o CeTI-LQ e um prédio do Departamento de Genética uma pista que liga a Alameda Principal à Alameda das Palmeiras. A seguir, um prédio do Departamento de Genética, o Edifício Prof. José T. Amaral Gurgel comportando Laboratórios, Salas de Aula e Secretaria de Graduação e se chega ao Pavilhão de Ciências Humanas/Departamento de Economia, Administração e Sociologia, construído em 2012, antes ocupado pela Zoologia (Ah! Para as turmas anteriores aos anos 70, que saudades das aulas teóricas do Prof. Salvador de Toledo Piza, autor da Ode à Esalq!). Passado este pavilhão, a Alameda Principal recebe uma pista de contorno vindo da Alameda das Palmeiras e do lado direito, uma abertura para transito de acesso ao ´Gramadão´. Continuando na Alameda Principal, à esquerda o Pavilhão de Química (no topo se lê Pavilhão de Chimica, réplica do Prédio de Química da Universidade de Leipzig/Alemanha, onde estudou José de Mello Moraes, Em homenagem a ele, a edificação ostenta seu nome), inaugurado em outubro de 1930, com área construída de 3.800 m2, abrigando anfiteatro, salas de aula e de professores, laboratórios do Departamento de Ciências Exatas - Área de Química, e, do Setor Mineral de Plantas do Departamento de Ciência do Solo.

Passado o Pavilhão de Química uma área verde, do lado direito o ´laguinho´ e do esquerdo se avista os bondinhos, um de nossos meio de transporte de Piracicaba à Esalq até 1969, cuja parada final era no encontro com a Alameda dos Alecrins (próximo ao Rucas/Restaurante Universitário), esta em direção aos Departamentos de Zootecnia, de Agroindústria, Alimentos e Nutrição/antes Tecnologia Rural/Álcool e Açúcar e de   Alimentos).Sobre os bondinhos ver: Quanta saudade você me traz -www.adealq.org.br/blog - 07/05/2022.

Caso siga pela Alameda Principal verá o antigo Restaurante Universitário (Rucas), construído em 1957, área construída: Restaurante - 575,55 m2 e Anexo -118,70 m2, que está em reforma. Adiante em direção ao Departamento de Ciências Florestais verá uma placa com os dizeres: Horto Experimental Professor Walter Radamés Accorsi e, mais a frente, o prédio principal do Departamento de Ciências Florestais, construído em 1998/2000, área construída 2.262 m2, onde hoje aloja o IPEF/Instituto de Pesquisa e Estudos Florestais, Laboratórios de: Anatomia e Identificação de Madeira, de Hidrologia, de Ecofisiologia Florestal e Silvicultura, de Ecologia Aplicada, de Manejo e Silvicultura Tropical, de Métodos Quantitativos, de Movelaria e Resíduos Florestais e de Química, Celulose e Energia. havendo outras instalações contiguas. Na área verde, há um busto de uma personalidade legendária na área, com os dizeres: Ao insigne Edmundo Navarro de Andrade - Reverência da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" U.S.P, 2-6-1956. É bom lembrar ainda que além da Infraestrutura local, o Departamento conta com duas Estações Experimentais, localizadas em Itatinga e Anhembi/SP, compondo  cerca de 2.600 hectares.

Retornando, à esquerda, vai-se em direção ao Pavilhão de Horticultura, construído em 1945 - área construída: 5.627,09 m2, no Contorno das Bauhineas, onde se alojam parte do Departamento de Produção Vegetal/Secretaria, Docentes e Anfiteatro Prof. Salim Simão; parte do Departamento de Ciências Biológicas/Secretaria, Anatomia e Fisiologia Vegetal, Ecologia e Botânica Sistemática e o Departamento de Fitopatologia e Nematologia/Secretaria, Docentes e Clinica Fitopatológica, Biologia e Manejo de Plantas.

Defronte ao Pavilhão de Horticultura encontra-se um lago. Contornando-o e indo internamente em direção ao Prédio Central há de se lembrar da enorme caixa d´agua. Passada por esta e pela lateral do Prédio Central pode se dirigir à Alameda dos Alecrins em direção aos Departamentos de Zootecnia, ao de Agroindústria, Alimentos e Nutrição e ao Edifício Prof. Salvador de Toledo Piza/Departamento de Entomologia e Acarologia.

Na Alameda dos Alecrins, à esquerda, em seu começo, o prédio onde está o Serviço de Graduação. A seguir, área ocupada pelo Departamento de Zootecnia, onde se visualiza alguns prédios conhecidos como o Pavilhão Walter Ramos Jardim, alojando a Secretaria, Anfiteatro, Sala de aula, de Docentes e Laboratório; à direita, o Pavilhão Nicolau Athanassof, construído em 1950 - área construída: 589,95m2, o mais admirado pela sua arquitetura, onde por muito tempo foi utilizado para aulas práticas de ´Exterior e Julgamento de Animais´. Chama a atenção também, ao lado do Pavilhão Nicolau Athanassof, a casa onde está o Laboratório de Bromatologia e salas de Docentes, construído em 1918. Continuando, no lado esquerdo, instalações do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição. Um de seus prédios foi construído em 1950, área construída: 5.396,80 m2. Inaugurado em 1953 como Instituto Zimotécnico, passou a se chamar Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição, alojando o conhecido ´Jumbão´ e o Anfiteatro Prof. Urgel de Almeida Lima. Defronte, do lado direito da Alameda dos Alecrins foi construída a Central de Aulas e, mais adiante, tem-se o novo Restaurante Universitário.

Retornando pela Alameda dos Alecrins, à sua direita tem-se o Edifício Professor Salvador de Toledo Piza Jr na Alameda do Jacarandá Mimoso comportando o setor de Acarologia do Departamento de Entomologia e Acarologia; o setor de Nematologia do Departamento de Fitopatologia e Nematologia, salas de docentes, salas de aulas e Laboratório de Anatomia e Fisiologia Animal do Departamento de Zootecnia e mais a frente, à direita, a Clinica do Leite. À esquerda no inicio da Alameda do Jacarandá Mimoso se avista parte lateral do Departamento de Agroindustria, Alimentos e Nutrição e sua conhecida destilaria. Seguindo até o fim, vai de encontro à outras repartições do Departamento de Zootecnia (avicultura, suinocultura, equinocultura e piscicultura). Caso faça a rotatória, no inicio da Alameda do Jacarandá Mimoso, adentra a Alameda do Brejo, tendo ao lado direito, o prédio onde está instalado o Serviço de Pós-Graduação e a Biblioteca Central, construída em 1986/1989 - área construída 2.730,65 m2 (Construção da primeira etapa: Janeiro de 1968 e da segunda etapa: agosto de 1989). Em sua placa registra: "Abriga um dos acervos mais relevantes em Ciências Agrárias na América Latina. Proporciona aos seus usuários as melhores condições de acesso e utilização da informação num ambiente confortável e moderno". No fim, esta Alameda do Brejo chega à Alameda das Palmeiras. Nesta, logo a esquerda um contorno para chegar à Alameda Principal. Se continuar na Alameda das Palmeiras ficará maravilhado ao observar o renque de palmeiras de ambos o lado, em direção à saída do Campus. Vista maravilhosa.

Ao chegar na Alameda das Palmeiras, vindo da Biblioteca Central se avista o fundo do Pavilhão de Quimica, e em seguida, lado esquerdo, há um contorno, caso queira se dirigir à Alameda Principal. Caminhando pela Alameda das Palmeiras, à esquerda, um edifício do Departamento de Genética, construído em1962 - área construída de 1.614,95 m2, abrigando Salas de Aula, Secretaria de Pós-graduação Prof. Friedrich Gustav Brieger, a Administração, Laboratórios de Pesquisa. Defronte, outros edifícios do Departamento de Genética, entre eles um abrigando o Orquidário Paulo Sodero Martins, Laboratórios de Pesquisa e Campo Experimental chegando-se à Casa de Hóspede. No início da Alameda das Palmeiras, à esquerda o Pavilhão de Ciência do Solo, comportando Física do Solo, Mineralogia, Docentes, Salas de Aula, Anfiteatro, Canteiros.

Caso esteja na área da Zootecnia (Equinocultura, suinocultura, avicultura, piscicultura) e vá em direção à saída do Campus, na Alameda das Sibipirunas, percorrerá uma pista de paralelepípedo, tendo ao lado esquerdo uma entrada para Setor Experimental e Garagem. Já a frente, em pista asfáltica, à direita uma casa que abriga o NUPEGEL (Núcleo de Pesquisa em Geoquímica e Geofísica da Litosfera); depois, o Centro de Convivência Infantil/CCIn abrigando a conhecida creche ´Ermelinda Ottoni de Souza Queiroz´. À frente, defronte a Alameda das Palmeiras, ainda na Alameda das Sibipirunas, a Divisão de Atendimento à Comunidade (DVATCom) da Prefeitura do Campus, comportando a Seção Técnica de Promoção Social e Moradia Estudantil. Seguindo à direita, logo está as casas da Adealq/Associação dos Ex-Alunos da Esalq, que espera sua visita e contornando passa pela Casa do Estudante e, nesta direção, está deixando sua paixão terrena: o Campus Luiz de Queiroz.

Para finalizar esta sugestão de roteiro, os dois locais mais visitados e conhecidos de nossa escola materna: O Prédio Central e seu parque, e o Pavilhão de Engenharia, seu lago, o Espaço Cultural Ermelinda Ottoni de Souza Queiroz, localizado no Jardim Frances e, ao lado, o Museu e Centro de Ciências, Educação e Artes Luiz de Queiroz, construído em 1945 (Casa do Diretor, até 1990). Quem não se extasia, se alegra e se sente feliz diante do Prédio Central com sua arquitetura, o Salão Nobre, os quadros de formatura, as placas em seu corredor de entrada,  identificando cada turma de formado. O Edifício Central começou a ser construído no inicio de 1904, concluído e inaugurado em 14/05/1907. "É um edifício projetado em estilo neoclássico, pelo arquiteto inglês Alfred Brandford Hutching, o Edifico Central preserva sua arquitetura original e se mantem como símbolo maior da Escola até os dias de hoje, representando um marco na historia e cultura da instituição"..."Em 1941 foram iniciadas as obras de ampliação do prédio, com a construção da cúpula, sendo concluídas no ano de 1945. Hoje, o terceiro piso abriga somente os gabinetes do diretor e do vice-diretor. A edificação tem mais de 4.800 m2 de área construída".

 Antes, pela Alameda Principal chega-se ao ´laguinho´ com o sempre lembrado e admirado flamboyant ao fundo (´A turma toda padece...quando floresce um flamboyant), na virada para a passagem pela frente do Prédio Central. E junto ao ´laguinho´ quem não tira uma foto para o ´Álbum da Saudade´, no banco com a estátua de Luiz de Queiroz, tendo ao fundo o flamboyant. Um parêntese: para desenvolver o sentimento de pertencimento, logo de saída em seu ingresso, temos sugerido ao ingressante em Engenharia Agronômica que tire uma foto com Luiz de Queiroz tendo o flamboyant verdejante ao fundo. Posteriormente, outra foto em novembro/dezembro com o flamboyant florido/avermelhado e revele as fotos para dar início ao ´Álbum da saudade´. Atualmente junto ao laguinho, lado esquerdo do mesmo para quem chega pela Alameda Principal, há 11 painéis que conta nossa história e a Linha do Tempo. Dê uma pausa e "curta" nossa Linha do Tempo.

Pois bem, indo para frente do Prédio Central, adentre o jardim e admire o Mausoléu com os restos mortais de Luiz Vicente de Souza Queiroz e de Ermelinda Ottoni de Souza Queiroz, onde se lê: ´O teu monumento é a tua escola´. Sugestão: para compor o ´Álbum da Saudade´ uma foto à frente do Mausoléu e com o Prédio Central ao fundo. E, por favor, admire o ´Gramadão´, local das formaturas desde os primeiros anos dos noventa e se for em direção ao Portal, circundando-o ou caminhando pelo gramado, diante do mesmo estão o memorial do Centenário (1901-2001, que será aberto em 03/06/2101) e a estatua de Luiz de Queiroz, estimulando uma nova foto com o Prédio Central ao fundo. Vai também para o ´Álbum da Saudade´. Uma sugestão: Caminhe, dê uma volta no ´Gramadão´, em alguns trechos à sombra de árvores, e nesta caminhada sentirá o quão saudável é, física e mentalmente.

Agora, partindo de frente do Prédio Central, vamos em direção ao Pavilhão de Engenharia. Um pouco a frente, do lado esquerdo ao ´Gramadão´, sente e descanse um pouco nos bancos originários do angico vermelho, que tinha mais de 80 anos, com alto risco de queda, suprimida da Alameda Principal, em frente do Departamento de Genetica (Projeto Ybirá - Ressignificando a vida). Um parêntese: É a pratica da Lei de Lavoisier (Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma) com a elaboração de bancos originários de árvores, restos alimentares dos restaurantes para compostagem, entre outras ações.

Oba! Vamos adiante por entre árvores passar em frente ao Prédio onde estão instalados a Casa do Produtor Rural, Serviço de Cultura e Extensão, da Pesquisa e outras seções. Atravessa a Avenida Comendador Pedro Morganti que leva ao Bairro Monte Alegre e adentre em direção ao Pavilhão de Engenharia, ao Departamento de Entomologia, ao Departamento de Engenharia de Biossistemas. Logo à esquerda, em frente à guarita, é recepcionado(a) por um Jequitibá-rosa, árvore comemorativa da Turma de 1968, plantada em 09/01/1969, próxima aos bancos de angico vermelho. Do lado da guarita, junto ao lago, uma Amburana cearenses, árvore comemorativa da Turma de 1966 de Engenharia Agronômica (minha turma), plantada em 14/01/1967. Caminhando, à esquerda,  um Ficus com mais de uma dezena de troncos, com sombra até o lago. Pouco mais a frente, à direita, defronte o Pavilhão de Engenharia e junto ao lago um ipê branco, árvore comemorativa da Turma de 1965, plantada em janeiro de 1966. Diante do gramado, junto ao lago admire a arquitetura do Pavilhão da Engenharia construído em 1945, abrigando parte do Departamento de Ciências Exatas, do de Economia, Administração e Sociologia, do Departamento de Engenharia de Biossistemas, salas de secretarias, professores e funcionários, de aulas e seu conhecido Anfiteatro, sede de aulas e de muitos eventos. Indo adiante e contornando o lago chega-se ao Museu e Centro de Ciências, Educação e Artes Luiz de Queiroz (Casa do Diretor até 1990, construído em 1945). Com tempo o visite, pois lá está nossa história. Ao seu lado o Jardim Frances e o Espaço Cultural Ermelinda Ottoni de Souza Queiroz. Mais uma parada para compor o ´Álbum da Saudade´, com uma foto junto à sua estátua.

Um parêntese para entender a construção do Museu: "A construção da Casa do Diretor da Escola que hoje comporta o Museu Luiz de Queiroz, foi idealizada pelo professor José de Melo Moraes e amparada pela Secretaria da Agricultura do Estado, como parte da reforma geral da ESALQ entre os anos de 1943-45"..."Embora o projeto de construção fosse de valor elevado, o discurso do professor Melo Moraes legitimava a grandeza da obra tomando como referencial os prédios das universidade norte-americanas. Essa inspiração pode ser notada nos aspectos arquitetônicos da fachada frontal do edifício que nos remetem a arquitetura colonial das fazendas no sul dos Estados Unidos"..."O prédio deixa de ser utilizado como casa do diretor na gestão do Prof. João Lucio de Azevedo que em 1990 abdica o direito de usar o espaço para o museu que desde sua fundação em 1984, procurava espaço para manutenção de seu acervo".

Ao contornar o Pavilhão de Engenharia encontram-se dependências do atual Departamento de Engenharia de Biossistemas como o Pavilhão Professor Hugo de Almeida Leme, na Alameda da Amburana onde estão instalados o Setor de Mecânica e de Máquinas Agrícolas e o anfiteatro, conhecido por Maracanã. A Alameda da Amburana termina na Alameda da Samanea que começa no Departamento de Entomologia e onde se encontra outro edifício do Departamento de Engenharia de Biossistemas, abrigando o setor de Hidrologia, Hidráulica e Irrigação, Setor de Construções Rurais e Ambiência.

Outros espaços podem ser visitados e contemplados, ao percorrer as alamedas, como as existentes em outros Departamentos; porém, fico por aqui. Focalizamos os locais mais visitados no Campus e que, com certeza, traz saudades mil.

Para concluir, transcrevo os parágrafos finais do artigo "Ói nóis aqui traveis", escrito para as comemorações dos 20 anos de formado em 1986 (Revista da ADEALQ, Nova Série, Edição N. 1, 2015, p. 41, e no blog da ADEALQ - www.adealq.org.br/blog, inserção em 21/09/2015): "Por tudo isso, benção Luiz de Queiroz! A benção ESALQ! Como contrapartida é que tomamos as palavras do poeta e as tornamos nossas. Como seus filhos, nós afirmamos que "nós amamos com fé e orgulho este chão em que pisamos, pois jamais veremos escola como esta".

"É por isso que evocamos Adoniran Barbosa e o conjunto Demônios da Garoa que, em tom bastante popular, simplório, mas que só nós sentimentalmente entendemos, coloca agora no nosso coração e na nossa boca, o seguinte: Saudoso Luiz de Queiroz e venerada escola, ´se voceis pensa que nóis fumos embora...Nóis enganemos voceis;... fingimos que fumos e vortemos...´ói nóis aqui traveis´...E arresorvemo...vortemos pra cá...E agora, nóis vai ficar fregueis...Ói nóis aqui traveis.

Salve Semana Luiz de Queiroz! Eternamente em nossas lembranças e em nossos corações!

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Obs. Para a elaboração deste ´roteiro da saudade´, percorremos as alamedas citadas, fotografando os painéis e placas e transcrevendo seus dizeres. Contamos também com a colaboração do Edno Aparecido Dario, especialista em Projetos de Museografia, lotado no Museu com o fornecimento de dados históricos.

 

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