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Escolha de defensivos agrícolas é fundamental para a segurança do produtor, do consumidor e do meio ambiente

27/09/2016 - Por
Atenção: Os textos e artigos reproduzidos nesta seção são de responsabilidade dos autores. O conteúdo publicado não reflete, necessariamente, a opinião da ADEALQ.

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Londrina, 16 de setembro de 2016 - Um problema muito
presente em todo mundo é a venda e o consequente uso de produtos falsificados e
contrabandeados. Na agricultura essas práticas afetam a segurança dos
agricultores e do meio ambiente. Assim como nos mercados de sementes e
fertilizantes, alvos de frequentes operações de busca e apreensão pelo
Ministério Público – como o ocorrido no último mês no Rio Grande do Sul -, o
segmento de agroquímicos também é visado pelos criminosos.

Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para
Defesa Vegetal (Sindiveg), mais de 600 toneladas de produtos ilegais foram
apreendidas nos últimos quinze anos em todo o País, por meio da campanha contra
produtos ilegais. Apreensões estas que impediram que mais de 1,7 milhão de
hectares recebesse defensivos irregulares, evitando assim a perda de
produtividade e até a destruição de lavouras inteiras.

O preço, muitas vezes mais atrativo, costuma ser decisivo
para o produtor que opta por esse tipo de compra. Porém, na maior parte das
vezes, o desempenho do produto não é o prometido e, o que parecia mais barato,
acaba saindo muito caro. “O agricultor deve ficar atento ao adquirir um
defensivo agrícola, pois utilizando um produto ilegal ele poderá perder toda a
sua lavoura”, alerta Silvia de Toledo Fagnani, diretora executiva do Sindiveg. 

Verdadeiro ou falso?



Para identificar se um defensivo é verdadeiro ou não, o
produtor deve verificar alguns aspectos visuais das embalagens, como os selos
metálicos. O lacre deve estar intacto e preferencialmente conter a logomarca da
fabricante. Outro ponto importante para verificar se o produto é legal, é
observar se a marca da empresa está diretamente impressa na embalagem, e não
apenas no rótulo, já que uma das falsificações mais comuns encontradas é a
remoção do rótulo e a sua inserção em um recipiente falso.

A recomendação do Sindiveg é que os agricultores adquiram
os defensivos agrícolas de revendedores, cooperativas e canais de distribuição
credenciados pelas indústrias, sempre acompanhados dos documentos exigidos pela
Lei, a nota fiscal e a receita agronômica, para evitarem o uso de produtos
ilegais em suas lavouras.

Por fim, a escolha de uma marca de defensivos agrícolas que
tenha todas as certificações legais garante ao agricultor a qualidade do insumo
adquirido. “As empresas que possuem laboratórios acreditados pela CGCRE
(Inmetro) trazem mais segurança ao agricultor, já que oferecem produtos dentro
dos padrões de qualidade além dos exigidos por lei e das regras vigentes”,
explica João Henrique Fernandes, coordenador de Controle de Qualidade do
Laboratório da Adama (leia-se Adamá), em Londrina (PR), que neste ano, recebeu
mais uma vez a acreditação pelo Inmetro.

Laboratório da Adama foi o primeiro agrícola a obter
acreditação

O laboratório da Adama foi o primeiro do segmento agrícola
a obter a acreditação ISO/IEC 17025, por parte da CGCRE (Inmetro), em 2003.
Esta certificação é relacionada ao controle de qualidade dos processos
laboratoriais, o que traz mais segurança e confiabilidade ao agricultor. A cada
dois anos, o órgão audita os laboratórios acreditados e renova ou não a
certificação do espaço, por conta das boas práticas laboratoriais e da
qualidade dos equipamentos e dos produtos desenvolvidos. 

“No Brasil, a Adama possui laboratórios de desenvolvimento
de Síntese Orgânica, Analítico (BPL) e de Formulações, responsáveis por
desenvolver os novos produtos e ensaios para o Brasil ou para outros países.
Estamos sempre em contato com a equipe técnica, entendendo a necessidade do
campo e recebendo ideias para a criação de novas formulações, com rapidez e
qualidade. Dessa forma, o produtor terá sempre uma solução da Adama que atenda
às demandas de sua lavoura, além da tranquilidade de possuir um defensivo com
alto padrão de qualidade”, destaca Fernandes.







Nos últimos anos, a Adama vem investindo na modernização
dos equipamentos do laboratório, sempre alinhada com as diretrizes legais dos
órgãos regulatórios para os processos laboratoriais. “Nossa equipe atua
constantemente para manter o padrão de produção exigido pelas normas, sendo
altamente qualificada e eficiente, entregando um produto final com alto valor
agregado e com segurança para o agricultor”, finaliza o coordenador.







 


O que um defensivo legal oferece



  • Proteção
    das culturas contra pragas, doenças e plantas daninhas. Aplicado
    conforme orientação de rótulo, receita agronômica e uso de EPI, não
    representa riscos para os usuários e meio ambiente.

  • Garantia
    de produto seguro, desde que aplicado conforme as boas práticas, pois
    tem a aprovação dos Ministérios da Agricultura, do Meio Ambiente, por
    meio do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), e da Saúde,
    através da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

  • Tecnologia
    testada para as lavouras.


 




 

Disque-denúncia

A campanha nacional
contra os defensivos ilegais, criada pelo Sindiveg em 2001, mantém um
serviço Disque-denúncia, criado para dar suporte à ação das autoridades
brasileiras. O número é 0800-940-7030 e a ligação, grátis. As
denúncias são repassadas diretamente às autoridades policiais e fiscalização. O
canal não utiliza identificadores de chamada ou “binas” e não solicita ao
denunciante que se identifique – a denúncia é anônima.









Os delitos de produção,
transporte, compra, venda e utilização de agroquímico contrabandeado ou
falsificado são considerados crimes de sonegação, contrabando e descaminho e
também enquadrados na Lei dos Crimes Ambientais (Lei nº 9605, de 12 de fevereiro
de 1988); contrabando ou descaminho (art. 334 e 334-A do Código Penal) e na Lei
dos Agrotóxicos (Lei 7.802/89).




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